08/05/2025 | Por: O tempo
(Foto: Reprodução\ Internet )
Como prefeito do Dicastério para os Bispos, Prevost participava ativamente do processo de nomeação de bispos em diversas partes do mundo, o que lhe conferiu amplo conhecimento sobre a estrutura eclesiástica global e demonstrou sua capacidade de liderança institucional.
Sua formação na ordem dos agostinianos traz uma dimensão contemplativa e missionária à sua trajetória, características valorizadas no perfil de um pontífice. Analistas apontam que o novo papa representa uma vertente mais progressista do catolicismo americano, com maior alinhamento aos movimentos carismáticos e sensibilidade a temas como imigração e justiça social.
A participação do cardeal em investigações de casos de abuso na Igreja gerou algumas críticas internas sobre sua condução desses processos. No entanto, sua experiência internacional e visão progressista pesaram a seu favor no processo de escolha.
Em declaração ao site do Vaticano antes de sua eleição, Prevost expressou sua visão sobre o papel dos bispos: "O bispo é chamado autenticamente para ser humilde, para estar perto das pessoas que ele serve, para caminhar com elas, para sofrer com elas e procurar formas de que ele possa viver melhor a mensagem do Evangelho no meio de sua gente."