06/01/2026 | Por: Governo Federal
(Reprodução/internet )
Há três anos, o Governo do Brasil reafirmou um compromisso histórico com o povo brasileiro: recolocar a moradia digna no centro das prioridades nacionais e tratá-la como um direito fundamental. A missão era clara e desafiadora: recriar e expandir o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), reajustar seus benefícios à realidade econômica do país e, principalmente, responder ao clamor por justiça habitacional que ecoava das periferias, dos municípios interioranos, das famílias que dividiam cômodos únicos e viviam sob a insegurança permanente do aluguel.
As coisas acontecem nesse País quando você tem um governo que tem vontade de ouvir e, ao ouvir, tem vontade de fazer as coisas andarem para frente"
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Presidente da República
Hoje, ao olhar para os números, mas sobretudo para os rostos e as histórias por trás deles, é possível afirmar: o sonho de milhões de brasileiras e brasileiros já está se tornando realidade. A casa própria, símbolo máximo de estabilidade para o trabalhador e para a trabalhadora, voltou a ser uma meta possível de ser alcançada. E o programa, que tinha o objetivo de chegar a 2 milhões de contratações, foi ampliado, e chegará a 3 milhões de contratações até o fim de 2026.
O programa habitacional criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou resultados históricos em 2025. No ano, o programa contou com orçamento recorde de cerca de R$ 180 bilhões. Os recursos ajudaram o Minha Casa, Minha Vida a superar e muito o ritmo de contratações esperado no início do governo e se tornar a política pública preferida pelos brasileiros, com aprovação de 90%, segundo pesquisa Genial-Quaest.
CLASSE MÉDIA VALORIZADA — Os anos de 2023 a 2025 três anos foram marcados por uma ação dupla e complementar. De um lado, foi ampliado o apoio às famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que formam o coração do programa. Para elas, o Minha Casa, Minha Vida manteve e fortaleceu as faixas de subsídio, garantindo que a casa chegasse de fato a quem precisa, com parcelas que cabem no bolso e libertam da dívida opressora do aluguel. A prioridade absoluta foi dada a famílias com renda de até R$ R$ 2.850 (Faixa 1), às quais o subsídio de até 95% do valor da unidade . A Faixa 2 vai de R$ 2.850,01 a R$$ 4.700 e a Faixa 3 de R$ 4.700,01 a R$ 8.600.
Ao mesmo tempo, percebeu-se que a classe média – pressionada pelas altas taxas e exigências do mercado imobiliário convencional – também clamava por uma solução. Assim, nasceu uma das inovações mais celebradas desde o início da atual gestão: a Faixa Classe Média (de R$ 8.600,01 a R$ 12.000) do Minha Casa, Minha Vida.
A criação desta faixa não deixou de ter em vista o compromisso social; pelo contrário, ampliou o escopo da política habitacional, movimentou a cadeia produtiva da construção civil – gerando milhares de empregos – e atendeu a um anseio legítimo de um enorme contingente de brasileiros, como professores, enfermeiros, técnicos e pequenos empresários, que também ansiavam por segurança e planejamento familiar.
Além disso, o Governo do Brasil anunciou novas regras para o sistema financeiro de habitação que devem promover um novo salto no crédito imobiliário, alcançando famílias com renda mensal de até R$ 20 mil. A medida reformula a lógica atual das operações e moderniza as regras de direcionamento do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) amplia a oferta de crédito habitacional e garante maior acesso da classe média ao financiamento da casa própria, fortalecendo o setor da construção civil e a geração de empregos.
A mudança beneficia principalmente as operações realizadas dentro das regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), voltadas à classe média, o que deve expandir o investimento no setor de construção civil e gerar mais empregos.
"As coisas acontecem nesse país quando você tem um governo que tem vontade de ouvir e, ao ouvir, tem vontade de fazer as coisas andarem para frente. A necessidade é continuar fazendo política de inclusão social, para que as pessoas subam um degrau a mais na escala social, e a gente crie uma sociedade de classe média", afirmou o presidente Lula, durante o anúncio do novo modelo de crédito habitacional, em 10 de outubro de 2025. Ainda de acordo com o presidente, a iniciativa adequa as dificuldades econômicas das pessoas, levando em conta o respeito à dignidade humana. "É para isso que foi criado esse programa", completou.